A ação “Frequência Gay”, através da rádio 89 FM, anunciava ao passageiro do táxi de que a próxima música da programação estaria em uma frequência que somente os homossexuais conseguiriam ouvir. Um ator, no papel do motorista, captou as reações das pessoas. A maioria dos passageiros se mostrou incomodada e disse não ouvir a música, apesar dela estar tocando normalmente. Após a música, uma nova mensagem concluía o raciocínio da ação dizendo que, obviamente, não existe uma “Frequência Gay”, pois somos todos iguais: ouvimos na mesma frequência e deveríamos ter os mesmos direitos e privilégios.
A ação “Frequência Gay”, através da rádio 89 FM, anunciava ao passageiro do táxi de que a próxima música da programação estaria em uma frequência que somente os homossexuais conseguiriam ouvir. Um ator, no papel do motorista, captou as reações das pessoas. A maioria dos passageiros se mostrou incomodada e disse não ouvir a música, apesar dela estar tocando normalmente. Após a música, uma nova mensagem concluía o raciocínio da ação dizendo que, obviamente, não existe uma “Frequência Gay”, pois somos todos iguais: ouvimos na mesma frequência e deveríamos ter os mesmos direitos e privilégios.

